
Porém, a questão torna-se ainda mais delicada quando os trabalhadores utilizam a Internet para fins pessoais. Um estudo realizado no final de 2008 pelo Instituto Qualibest revelou que mais de 85% dos brasileiros utilizam a rede para fins pessoais, em sua maioria e-mails e sites de agências bancárias. A Universidade de Melbourne, na Austrália, também realizou um estudo semelhante e constatou que o acesso a sites de lazer no trabalho ajuda a aprimorar a concentração dos empregados.
Segundo o site O Globo – Tecnologia, o levantamento acerca do assunto surge em um momento no qual as empresas estão investindo muito em Tecnologia da Informação (TI) afim de evitar que seus funcionários utilizem principalmente blogs e sites de entretenimento e relacionamento, como YouTube, Orkut, Twitter, Facebook, entre outros.
O administrador e engenheiro Luiz Alberto Ferla, que possui pós graduação
Contudo, Ferla enfatiza a importância da responsabilidade dos funcionários no uso dos serviços de Web. Segundo ele, é muito fácil perder o foco e esquecer o bom senso, o que geraria, desta forma, despesa improdutiva demasiada.
O ideal seria a conscientização por parte dos funcionários da necessidade do acesso prudente à Internet e a adaptação do gestor às visíveis inovações e benefícios que a rede mundial de computadores pode proporcionar. Cientificamente comprovado.

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